Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

como um haiku

 

 

Gatinho recém-nascido
abandonado à beira do caminho
pequeno e pulsante como un haiku

Levaram-no para casa
chamaram-lhe Bashô

 

poema inédito de Manuel Silva-Terra

 

 

publicado por arcadajade às 16:44
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6 comentários:
De mst a 13 de Dezembro de 2009 às 19:05
Olá Arca da Jade
Claro que pode publicar o poema. Fico contente, gosto do seu blog.
A Amélia já me tinha falado dele.
-:)
De zef a 11 de Junho de 2010 às 16:17
A Arca está tão fechada que não vai dar conta de que lhe batem à porta.
Mesmo assim:
- Boas tardes!
De soledade a 11 de Junho de 2010 às 17:29
Olá :-)
Hoje a Jade está stressadita: temos duas rãs na varanda, uma fugiu do recipiente, saltitou pelos vasos e plantas, e fez despertar na Jade o velho instinto de caçadora. Consegui salvar a rã, mas a sereníssima está muito inquieta :-O
De sete-sóis a 29 de Junho de 2010 às 09:43
Duas rãs na varanda? Hummmm... normalíssimo, normalíssimo. Nem imagino porque é que a Jade terá estranhado.
De zef a 30 de Junho de 2010 às 15:56
...as rãs costumam olhar pró céu.
Daí tropeçam nas varandas.
Ás vezes, as varandas têm gatos de varanda.
Os gatos de varanda também costumam olhar prá lua e não sabem das coisas do chão.
Pelo que...
pobres das rãs e, às vezes, tristes dos gatos...
:)
:)
De VIRGEM DE GUADALUPE a 18 de Julho de 2010 às 12:38
WELCOME TO BLOG - www.virgemdeguadalupe.blogspot.com

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