foto retirada daqui
Que fazes por aqui, ó gato?
Que ambiguidade vens explorar?
Senhor de ti, avanças, cauto,
meio agastado e sempre a disfarçar
o que afinal não tens e eu te empresto,
ó gato, pesadelo lento e lesto,
fofo no pêlo, frio no olhar?
De que obscura força és a morada?
Qual o crime de que foste testemunha?
Que deus te deu a repentina unha
que rubrica esta mão, aquela cara?
Gato, cúmplice de um medo
ainda sem palavras, sem enredos,
quem somos nós, teus donos ou teus servos?
Alexandre O'Neill
De
nd a 6 de Setembro de 2009 às 20:30
Muito me alegra! Poema a rigor para este gato preto.
De ana assunção a 7 de Setembro de 2009 às 14:30
Gato ou gata?
"Frio no olhar" diz o poema mas eu olho, olhos nos olhos e vejo uma interrogação quase uma preocupação...
Será alergia a fotos?
Jade, que tal esse sono redondo?
Beijos
ana
De R.Joanna a 8 de Setembro de 2009 às 23:55
Que bom o regresso, Jade :)
Diz à tua dona para voltar também ao ciberespaço, que muito se sente a falta dela.
O sono continua redondo, Ana 
Rita, nós estamos bem assim. Por ora 
Também gostámos muito da foto, nd. Ao fim de tantos anos de arcadajade, torna-se difícil arranjar material que satisfaça a nossa felinofilia 
De
zef a 16 de Setembro de 2009 às 11:52
Bom dia para aí: é bom morar nos olhos dos gatos...
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