De
sete-sóis a 24 de Novembro de 2009 às 20:09
Aquele gatinho quase passa despercebido, porque a leitura, as paredes, a cadeira, o lume, prendem-nos a atenção. Mas depois, aí surge ele, uma figura tão familiar e mágica como tudo o resto ali, quando crepitado pelo lume.
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